Muito engraçado!
Imagino algumas dessas situações acontecendo em Fortaleza quando a Luna estiver maior.
Muito engraçado!
Imagino algumas dessas situações acontecendo em Fortaleza quando a Luna estiver maior.
No clima da tatuagem, já que amanhã termino (espero) a minha.
Quando tiver um filho, ele será tão malzao quanto este aí da foto.
Estilo, ou você já nasce com ele, ou passa a vida sem.
Hoje é aniversário do meu pai!
E se eu sou o que sou hoje, é ‘culpa’ dele!
Feliz aniversário, pai!
Depois dou um pulo em Fortaleza pra te dar um abraço!
Eis que no momento em que escrevia o e-mail que pode fazer minha vida dar outra virada como aquela do inicio de 2008, começa a tocar a seguinte música:
Um trechinho da letra pra vocês:
Você já sabe
Me conhece muito bem
Eu sou capaz de ir
Vou muito mais além
Do que você imagina…
Eu não desisto
Assim tão fácil meu amor
Das coisas que
Eu quero fazer
E ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço
Seu valor
E eu só quero dessa vida
É ser feliz
Algumas coincidências são tão pertinentes…
Feliz aniversário de 1 mes para a Luna, sobrinha minha que só vi através de poucas fotos.
Parabéns pra ela e vocês que a vêem todo dia estão intimados a me mandarem mais fotos dela!
Não sei se foi o cansaço, o conforto debaixo das cobertas ou aquela sensação boa de novidade inerente a toda viagem, mas tive uma das noites mais revigorantes da minha vida.
Eram pouco mais de 08:00 quando acordamos e a exaustão, diferença de fuso horário e etc já eram passado.
Enquanto esperava as donzelas ficarem prontas, olhei em volta pela varanda e vi a baía de Fisherman’s Wharf e percebi o quão perto estávamos de Alcatraz. A quantidade de gaivotas era algo impressionante.
E o som que elas fazem é tão legal que acho que toda cidade costeira devia ter suas gaivotas para que tudo ficasse mais pitoresco.
Certo de que a vista merecia algumas fotos, saquei a câmera e fiz estas:
Depois que todo mundo já estava arrumado, descemos até a recepção e fomos saber onde comer alguma coisa. Na verdade, o Ian já tinha ligado para lá e tinham sugerido irmos pro Ihop, que era um restaurante ao lado do Hotel. Mas quando descemos, outro funcionário falou “Vão pro lugar tal (esqueci o nome), é bem melhor que o IHop”.
Com essa descrição, acabamos nesse ‘tal’, mesmo.
No caminho, mais fotos:
No caminho pro restaurante percebemos que a cidade tem muito mais orientais do que esperávamos. Aliás, nao esperávamos quase nenhum e a cidade estava lotada deles. A maioria, além de falar um péssimo ingles com sotaque carregadíssimo, conversava entre si usando seus próprios idiomas. Lembrei imediatamente dos standcenter de São Paulo, onde os vendedores tem a mesma origem, mal falam portugues e se comunicam entre si em japones, chines, koreano ou qualquer coisa que o valha.
Quando chegamos e sentamos, fomos atendidos por uma japa beeem brutinha. Acho que desde que me mudei de Fortaleza (onde o atendimento em restaurantes e uma MERDA) eu não era atendido tão estupidamente.
De qualquer forma, o jeito dela era até engraçado. Aliás, como tudo era novidade, nada nos fazia perder a paciencia ou ficar com raiva. No máximo, achávamos engraçado e inusitado.
O menu era cheio de coisas bem americanas: ovos com bacon, panquecas, omeletes e etc.
Na dúvida sobre o que comermos, escolhemos cada um uma coisa diferente e fomos dividindo entre a gente.
Para mim, omelete de três queijos e batatas. Além de um delicioso suco de maçã. No prato do Saulo, além do que tinha no meu, haviam também algumas torradas. Nos do Ian, ao fundo, panquecas, ovos e bacon. Depois acabamos pedindo outra coisa que era tipo um sanduiche com presunto, bacon e sei lá o que mas que provavelmente era derivado de porco.
Tudo muito gostoso, calórico, gorduroso e farto. Gostei do café da manhã da América.
Depois de uma pequena vergonha alheia resultante do processo de abrir o pote de melado para colocar nas panquecas, devoramos tudo, pagamos a conta com a famigerada gorjeta e seguimos nosso rumo de volta pro hotel sem saber direito o que fazer.
Só sabíamos que o Matheus, Julia e Xandy (outros 3 amigos que fizeram a mesma viagem, mas ficaram em hotel diferente) iam para um jogo de baseball.
Diferentemente deles, que compraram os ingressos pela internet ainda no Brasil, nós não tínhamos nada além de uma barriga muito cheia e falta de idéia do que fazer.
Mas aí alguem disse: “Vamos pegar o carro e sair andando até resolver algo”.
Todo mundo concordou e foi o que fizemos.
Só passei aqui para dizer que vou fazer uma pequena viagem de dois dias para uma localidade de temperaturas subzero.
Geadas, lareira e fondue nos esperam em Monte Verde.
Achei no Formspring do Alexandre Soares Silva:
Devemos ser patriotas? O que pensa sobre patriotismo?
Acho bom. Acho o patriotismo ótimo. Queria ser patriota, fiz uns esforços aí, tentando fazer uma lista de coisas boas do Brasil, mas só consigo pensar em dois ou três escritores que, feitas as contas, até consigo viver sem. Tenho boas memórias daqui, e acho que no máximo é isso. Falhei em ser patriota porque isto aqui é uma choldra.
Mas quem quiser ter orgulho desta choldra, que tenha. Se for limpinho, antes admiro que desadmiro. Gostar do país em que se nasceu deve ser muito gostoso. (Desgostar também tem os seus momentos de gostosura, mas são mais pálidos. Imagino o prazer de ser patriota como algo glorioso.)
Imagine sentir pelo próprio país um sentimento parecido com o evocado por esta música:
É por aí…. E ai de quem achar ruim porque “não torço pelo Brasil na Copa”.
Eu não torço por ninguem…
Essa é a educação dos selvagens motoristas deste Brasilzão de meu deus.
Reparem que tem até policial fazendo coisa errada.
No Brasil é assim, cada um por si e os outros que se lasquem.
E ainda querem Copa, Olimpíada e acham que somos a bola da vez.
Tá certo!
Já estava quase anoitecendo quando uma mãe que estava na poltrona atrás de mim avisava para a filha bebê e loirinha olhar para janela pois estávamos chegando.
A menina não deu muita bola. Estava vendo cuidadosamente o folheto de instruções em caso de emergencias. Talvez fosse a primeira pessoa a fazer isso com tamanha atenção desde que Santos Dummont (e não os irmãos Wright) criaram o avião.
Desembarcamos da pequena estufa voadora, fui pegar minha mochila que não coube na cabine e fomos procurar as esteiras das malas. Nossas bagagens haviam sido despachadas em Dallas dez horas antes e ninguém sabia se elas apareceriam magicamente na nossa frente junto as malas dos outros passageiros.
Uns poucos momentos de tensão precederam a chegada das malas. Todas sãs e salvas. God Bless America.
O próximo passo era achar o guichê da Hertz e buscar nosso carro alugado. Mais uma vez, o tamanho do aeroporto impressionou e tivemos que pegar o trem interno.
Achamos o guichê da Hertz, deixamos o Ian cuidando das mil malas e fomos, Saulo e eu, resolver a cagada que fizemos ainda no Brasil: trocar o Mustang que alugamos por um carro que coubesse um monte de mala e cacarecos que compraríamos nos próximos dias. Apesar de uma indecisão entre uma SUV média e uma grande, acabamos optando pela média. A grande, para quem estiver curioso, era um Cadillac Escalade.
No pátio, vários Mustang e outros carros mais modestos. Os Camaro amarelo chamavam muita atenção. Fiz até um comentário para o Ian: “Vou fazer uma viagem pros EUA com a Tariana e vou alugar um Camaro amarelo como esses!”
Mais alguns passos dentro do imenso pátio da Hertz e achamos nosso carro:
Vou dizer uma coisa: o carro era fantástico!
E vou dizer outra coisa: não sei quem estacionou o carro na vaga de deficiente. Já o encontramos lá.
O Saulo voltou dirigindo. Obviamente que ninguem sabia como chegar no hotel. Mas é mais óbvio ainda que alugamos o carro com GPS. Então deixamos ele nos guiar.
Algumas erradas dentro das highways e acabamos chegando na famosa “The Embarcadero”, que é uma rua que fica no contorno do cais que percorre boa parte da costa leste de San Francisco.
Tudo muito bonito, organizado e etc e tal. Rolou forte um sentimento de “não quero mais voltar pro Brasil”.
Depois de várias pequenas trapalhadas como entrar num recuo, passar a entrada da garagem do hotel e entrar direto na garagem definitiva ao invés de entrar na provisória primeiro, estávamos lá, de mala e cuia, na frente do funcionário do Radisson Fisherman’s Wharf.
Mais uma vez o Saulo falou em ingles e foi respondido em espanhol. Mas a segunda pancada no bolso do dia (a primeira veio quando trocamos de carro) veio em inglês: preço da diária do estacionamento: US$ 34,00.
Na verdade eu já sabia que seria valor. Era o preço da comodidade de entrar e sair na hora que quiséssemos, além de estacionar dentro do proprio hotel. Foi meio caro, mas dividido por três não saiu tão absurdo.
E lá fomos nós para o guarto 4016.
Depois de perceber que o hotel tinha sido uma escolha bem inteligente, pois era bem localizado e razoavelmente barato, vimos que da nossa varanda podíamos ver a baía de Fisherman’s Wharf e até uma ilha ao fundo que julgávamos ser Alcatraz.
Aliás, só quem viu isso fui eu e o Ian, pois assim que entramos no quarto, a situação era a seguinte:
Saulo do jeito que estava desabou na cama e só foi acordar no dia seguinte. Deve ter passado umas 50h sem tomar banho.
Eu tratei logo de inaugurar o banheiro de várias maneiras possíveis. A falta de intimidade com o chuveiro integrado com banheira me fizeram fazer uma molhadeira geral que foi prontamente estancada com várias das toalhas disponíveis.
Banho tomado, saquei meu celular e escrevi o e-mail que vocês devem ter recebido por volta das 3 horas da madrugada de sábado pra domingo.
Passada a vez do Ian tomar banho, ficamos vendo TV e conversando. Percebi que era hora de descansar quando o Ian simplesmente dormiu enquanto estávamos conversando.
Adormeci rapida e tranquilamente escutando as gaivotas na baía de San Francisco.